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VPN

5/01/09

Na aula desta semana falaremos sobre VPN. O objetivo deste tutorial é apresentar os tipos básicos de Redes Privadas Virtuais (VPNs) esclarecendo os significados variados que tem sido atribuído a este termo

Faça bom proveito e continue acessando o meu Blog.

Duração Estimada: 15 minutos

VPN: O que é

A figura representa uma empresa que tem uma sede e um conjunto de filiais dispersas geograficamente.

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Existe uma rede local em cada um destes pontos e a empresa pretende interligá-las através de uma rede privada que possibilite acesso a uma intranet corporativa e aplicativos na rede da matriz.

Uma Rede Privada é aquela que, ao contrário das redes públicas, só pode ser utilizada por uma empresa, grupo de pessoas ou dispositivos autorizados.

A comunicação na empresa é feita hoje por telefone, fax ou email via Internet.

As motivações para implantar uma rede privada são:

  • Segurança: garantir autenticação, integridade dos dados e confidencialidade das comunicações;
  • Qualidade de serviço: ter uma garantia quanto a disponibilidade e performance do serviço;
  • Não existência de rede pública para prover o serviço;
  • Reduzir custos.

Esta rede privada poderá ser usada também para o tráfego telefônico interno entre sede e filiais e poderá incorporar conexões com fornecedores ou clientes e dar acesso remoto a funcionários realizando trabalhos externos como vendedores ou assistência técnica.

Como implantar?

O primeiro ponto a ressaltar é que em uma rede privada o plano de endereçamento e roteamento da rede é completamente independente dos planos das outras redes.

Será necessário compatibilizar o endereçamento das várias redes locais utilizando as faixas de endereçamento IP para redes privadas. Consulte a seção de endereçamento IP e o Tutorial “O que é IP” do Teleco.

O segundo ponto é a escolha da solução para interligar os vários locais.

A rede privada poderia ter toda a infra-estrutura implantada para seu uso exclusivo ou ser formada por circuitos dedicados alugados de operadoras de Teleco.

Esta solução garante a segurança através de segregação das comunicações e permite maior controle da qualidade. O custo no entanto tende a ser alto e só se justifica em casos especiais.

A alternativa preferida para implantar esta rede, conhecida como WAN (Wide Area Network) nas empresas é o estabelecimento de uma rede privada virtual (VPN) que apresenta custos mais baixos.

VPN

Em uma rede privada virtual o compartilhamento da infra-estrutura ocorre inclusive no que se refere a circuitos dedicados.

Os principais tipos de VPNs são:

  • VPN formada por circuitos virtuais;
  • VPN utilizando a Internet;
  • VPN/IP oferecida por um provedor com backbone IP.

As seções seguintes detalham estas alternativas.

VPN: FR ou ATM

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As VPNs implementadas utilizando-se circuitos virtuais com Frame Relay (FR) ou ATM existem há muito tempo sendo largamente utilizadas pelas corporações.

A diferença entre este tipo de VPN e as redes privadas formadas com circuitos dedicados é que estes circuitos são circuitos virtuais que propiciam uma melhor utilização da capacidade da infra-estrutura de telecomunicações e tem portanto um preço de aluguel menor.

O backbone virtual que interliga os roteadores nos vários locais poderá ter uma configuração em malha ou estrela.

A segurança é garantida pela utilização de circuitos virtuais que segregam as comunicações.

A manutenção da qualidade de serviço exige conhecimento de FR ou ATM.

Para implantar este backbone virtual que interligue os roteadores através de circuitos dedicados e/ou virtuais (FR, ATM) a empresas tem as seguintes opções:

  • Contratar os circuitos e assumir a responsabilidade por projetar e operar o backbone;
  • Contratar um serviço de “managed router”, oferecido por algumas prestadoras de serviço, em que a configuração e gerenciamento da rede, inclusive roteador é por conta do provedor de serviço, que pode em alguns casos utilizar roteadores virtuais.

VPN: Internet

O objetivo principal de se estabelecer uma VPN na Internet é aumentar a segurança na passagem de dados através da Internet que é uma rede pública e não segura.

Ao implantar uma VPN utilizando a Internet a qualidade de serviço será a da Internet uma vez que o usuário não tem como exercer controle da mesma.

O mecanismo utilizado para aumentar a segurança é conhecido como tunelamento (Tunneling) que consiste no encapsulamento de um protocolo em outro protocolo.

A figura a seguir ilustra este processo para o encapsulamento de um pacote IP.

IP
Cabeçalho
Original

Dados

IP
Novo
Cabeçalho

Cabeçalho do
outro protocolo

IP
Cabeçalho
Original

Dados

As principais alternativas de protocolos de tunelamento para VPNs na Internet são apresentadas a seguir.

IPSec

O IP Security (IPSec) é um conjunto de protocolos definido pelo IETF para prover segurança nas comunicações em redes IP.

O IPSec prove autenticação, integridade e confidencialidade a nível do pacote de dados pela adição de dois cabeçalhos:

  • Cabeçalho de autenticação (AH), que prove integridade e autenticação sem confidencialidade;
  • Payload de encapsulamento de Segurança (ESP) que prove integridade e confidencialidade ao payload (IP datagram).

Uma IPSec VPN na Internet pode ser criada com AH ou ESP ou ambos. Eles utilizam protocolos de gerenciamento de chaves de criptografia padrões da Internet.

As principais desvantagens na utilização do IPsec são o overhead adicional imposto ao pacote de dados e o fato dele só oferecer suporte a redes IP o que impede a autenticação de usuários com acesso remoto.

PPTP

Point-toPoint Tunneling Protocol (PPTP) é uma extensão do protocolo PPP utilizado em acesso discado a Internet.

É um protocolo proprietário desenvolvido por um grupo liderado pela Microsoft, que possibilita a autenticação de usuários remotos e suporta criptografia.

L2TP

O Layer 2 Tunneling Protocol (L2TP) é um protocolo definido pelo IETF que combina características dos protocolos PPTP e Layer 2 Forwarding (L2F) desenvolvido pela Cisco. Utiliza o IPSec para criptografia dos dados.

É considerado, juntamente com o PPTP um protocolo de tunelamento que opera na camada 2 (Enlace de dados) do modelo OSI (O modelo OSI está apresentado na seção de referência rápida do Teleco). O IPSec é um protocolo que opera na camada 3.

A solução L2TP/IPSec é a solução mais completa possibilitando criptografia e autenticação de usuário com acesso remoto.

Arquitetura

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A figura apresenta uma possível arquitetura da rede para a interligação da Matriz e filiais.

Todos estes protocolos de tunelamento podem ser implantados configurando um servidor Windows 2000.

VPN: VPN/IP

A empresa pode optar também por contratar uma VPN oferecida por um provedor com backbone IP.

Neste caso o provedor pode oferecer as seguintes soluções.

VPN/IP com protocolos de tunelamento IPsec, L2TP ou PPTP

Neste caso o provedor poderia garantir níveis de qualidade de serviço estabelecendo prioridades através de serviços diferenciados do protocolo IP (diffserv) em sua rede.

VPN/IP utilizando MPLS

Uma outra solução de VPN desenvolvida para provedores com backbones IP com “Multiprotocol Label switching” (MPLS) garante a Segregação do tráfego em comunidades que compõe as VPNs através dos seguintes mecanismos:

  • Distribuição restrita de informação de roteamento baseado no atributo de comunidade do BGP (Border Gateway Protocol);
  • Múltiplas tabelas de distribuição nos roteadores (cada VPN tem a sua).

O mecanismo de “Label Switching” do MPLS permite que as várias VPNs utilizem os mesmos endereços locais uma vez que na rede os pacotes são encaminhados utilizando o rótulo (label) de endereçamento do MPLS.

A qualidade de serviço pode ser assegurada através do suporte a classes de serviço do MPLS.

A tendência hoje é esta solução ser adotada pela maior parte dos provedores de VPN que possuem backbone IP.

VPN: Considerações Finais

As soluções de VPN existentes hoje no mercado estão ampliando a utilização de redes privadas pelas empresas devido a diminuição dos custos envolvidos.

A contratação de uma solução VPN junto a um provedor parece ser a tendência da maior parte das empresas por diminuir as exigências de pessoal técnico dedicado.

A solução técnica passa a ser então transparente para a empresa que estará mais preocupada com os níveis de segurança e qualidade de serviço estabelecidos no “Service Level Agreement” (SLA) e com o preço do serviço.

De qualquer forma a empresa terá ainda sob sua responsabilidade o gerenciamento de endereços e usuários suas redes locais interligadas por VPN.

Referências

IETF

The Internet Engineering Task Force

Órgão responsável pelo desenvolvimento de padronização para a Internet (RFC).

Tutorial Teleco: O que é IP?

Informações baseadas no conteúdo do site:

www.teleco.com.br

QoS

26/11/08

Na aula desta semana falaremos sobre QoS.
Faça bom proveito e continue acessando o meu Blog.
Ah! Não esqueça de consultar os livros indicados. Eles estão na nossa biblioteca.

Duração Estimada: 15 minutos

Atualmente, a Internet trabalha com a filosofia do melhor esforço. Cada usuário da rede envia seus dados e compartilha a largura de banda com todos os fluxos de dados dos outros usuários. Os fluxos realizam a melhor forma possível para chegar ao seu destino, conforme as rotas definidas e a largura de banda que estiver disponível. Quando há congestionamento, pacotes são descartados sem distinção. Não há garantia de que o serviço será realizado com sucesso, nem mesmo de desempenho. Entretanto, muitas aplicações necessitam de tais garantias.
Com Qualidade de Serviço, é possível oferecer maior garantia e segurança nas aplicações para Internet, uma vez que o tráfego de aplicações avançadas (voz sobre IP, vídeo-conferência) passam a ter maior prioridade, enquanto usuários de aplicações tradicionais continuam utilizando o melhor esforço.
Existem dois modelos para implementar QoS na Internet: serviços Integrados (IntServ) e serviços diferenciados (DiffServ). IntServ é um modelo baseado em reserva de recursos, enquanto que, serviços diferenciados é uma proposta onde os pacotes são marcados de acordo com classes de serviços pré-determinadas.

Serviços integrados (IntServ)
O modelo de serviços integrados é caracterizado pela reserva de recursos. Antes de iniciar uma comunicação, o emissor solicita ao receptor a alocação de recursos necessários para definir uma boa qualidade na transmissão dos dados. A alocação de recursos diz respeito à largura de banda e ao tempo em que será mantida a conexão. Neste período de tempo, o emissor daquele serviço tem uma faixa da largura de banda disponível para transmitir seus dados.
Trazendo para o nosso dia-a-dia, imagine que todas as cidades do país terão agora, nas ruas, uma faixa exclusiva para o tráfego das ambulâncias. Fazendo isto, estaremos reservando um recurso (faixa da rua) para o tráfego de um único tipo de veículo, ambulância.
No entanto, este tipo de QoS só poderia ser aplicado em redes privadas, já que não podemos fazer reserva de recursos na Internet.

Serviços diferenciados (DiffServ)
O modelo de serviços diferenciados implementa QoS com base na definição de tipos de serviços. No cabeçalho de um pacote IP, existe um campo chamado TOS (Type of Service) que pode representar o tipo do serviço. No entanto, serviços diferenciados ampliam a representação de serviços e o tratamento que pode ser dado para encaminhar um pacote, definindo um novo layout para o TOS, passando a chamá-lo de DS Field (Differentiated Service Field). No DS Field, são codificadas as classes para serviços diferenciados. O campo TOS já existia na definição do pacote IP, mas só recentemente se definiu uma utilização para o mesmo.
Voltando à realidade das nossas ruas, não temos recursos suficientes para reservar uma faixa exclusiva para o tráfego de ambulâncias. Então, qual foi a solução adotada? Colocamos uma sirene (representa o DS Field) no topo dos veículos, sendo assim, sempre que uma ambulância estiver com a sua sirene ligada, ela tem prioridade sobre todos os outros veículos, não precisando parar nos semáforos ou qualquer outro tipo de controle de tráfego.

A nossa linha PlugVoice trabalha com o QoS do tipo DiffServ!

Fazer QoS não é uma técnica extremamente necessária para backbones que não têm problemas de congestionamento, pois desta forma um pacote nunca seria descartado. Assim, só se faz necessário a implementação de QoS em situações em que importantes aplicações estarão disputando o enlace com todos os outros serviços, mas que não podem suportar a falta de disponibilidade de largura de banda que ocorre atualmente na Internet.

Para obter maiores informações sobre QoS, visite nossa biblioteca, lá você encontrará dois ótimos livros de VoIP que explicam em detalhes o funcionamento do QoS:

  • Telefonia IP – Comunicação multimídia baseada em pacotes;
  • VoIP – Voz sobre IP

Tecnologia presente no(s) segmento(s) Zênite:

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Telemetria

21/10/08

Na aula desta semana utilizaremos um tutorial da teleco.com.br para falar um pouco sobre Telemetria

Duração Estimada: 25 minutos

Telemetria: Apresentação

Apesar de ainda estar em seus estágios iniciais no Brasil, o mercado de telemetria oferece diversas oportunidades de alta rentabilidade, tanto para os seus participantes, quanto para as empresas que decidirem entrar neste ramo nos próximos anos. Atualmente, o nível de penetração no mercado ainda é incipiente, o mercado encontra-se fragmentado, e as barreiras à entrada de novas empresas, de maneira geral, ainda são poucas.

Telemetria refere-se à transferência e utilização de dados provindos de equipamentos remotos, para o monitoramento, medição e controle dos mesmos.

Devido à enorme quantidade de equipamentos remotos que se beneficiariam de um melhor controle e medição, o potencial do mercado de telemetria a longo prazo é substancial. Porém, somente são potenciais reais as aplicações que trazem ganhos financeiros a curto prazo. A redução de custos de tecnologias que se espera ao longo das próximas décadas deverá viabilizar novos mercados de telemetria gradualmente, e por isso não se espera uma saturação deste mercado a longo prazo.

Algumas empresas, tanto nacionais quanto internacionais, já compreendendo o valor e o potencial do mercado de telemetria brasileiro, vem alocado recursos significativos, estrategicamente buscado uma fatia do mesmo.

Telemetria: Descrição do Setor

O que é Telemetria?

TELEMETRIA é a transferência (via rede fixa ou sem fio) e utilização de dados provindos de múltiplas máquinas remotas, distribuídas em uma área geográfica de forma pré-determinada, para o seu monitoramento, medição e controle.

Portanto, soluções que se utilizam de comunicações com fio fazem parte deste estudo (telefonia fixa ou redes de energia elétrica/ “PLC” Power Line Communication”). Por outro lado, existem sistemas que não se enquadram na definição de telemetria e portanto não foram incluídos neste estudo. São eles:

  • Sistemas que comunicam máquinas móveis (tais como Telemática/AVL - localização automática de veículos),
  • Sistemas que conectam máquinas que se localizam dentro de uma área limitada e de fácil acesso (redes locais / LANs), e
  • Máquinas que são operadas por pessoas (tais como terminais de ponto de venda / POS).

Apesar de terem suas semelhanças com a descrição de telemetria, esses três tipos de sistemas não devem ser confundidos com o conceito em pauta.

A cadeia de valor (value chain) do setor de telemetria é formada por cinco elos. Algumas empresas que tem demonstrado iniciativas e projetos na área estão elencadas abaixo. É importante notar que os principais catalizadores deste mercado têm sido os Provedores de Solu ções/ Integradores de Sistemas, seguidos pelos Clientes e finalmente pelos fornecedores de equipamentos (OEMs).

Porque Usar Soluções de Telemetria?

A maioria dos equipamentos produzidos hoje inclui um microprocessador com funções de controle e monitoramento. Hoje, as empresas têm um custo significativo monitorando estes equipamentos manualmente. Custos adicionais também incidem quando as máquinas ou os alarmes falham. Uma solução de telemetria poderia solucionar esses problemas e reduzir substancialmente os custos operacionais.

A eficiência da solução de telemetria aumenta ainda mais dependendo do tipo de informação enviada entre as máquinas. A detecção das razões do mau funcionamento de uma determinada máquina, por exemplo, permite que sejam enviados os profissionais mais adequados para solucionar os problemas. Além disso, sistemas de telemetria auxiliam na redução de taxas de seguro referentes ao mal funcionamento das máquinas, e à perda de produção.

Além de redução de custos e aumento de eficiência, as aplicações de telemetria também auxiliam no desenvolvimento do uso da tecnologia de informação, ajudando as empresas a entenderem melhor o mercado, a atenderem melhor as necessidades dos clientes, a oferecerem novos produtos e serviços, e a se comunicarem com os outros setores da indústria.

Componentes de Soluções de Telemetria

Os sistemas de telemetria possuem os seguintes componentes:

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  1. Máquinas Inteligentes e Sensores: Aparelhos que monitoram, controlam e medem algum tipo de atividade localmente. Podem existir vários sensores em um determinado local.
  2. Interface da Aplicação: Interface entre os sensores e a rede de comunicação. Para aplicações remotas, refere-se à Unidade de Terminal Remota (RTU - Remote Terminal Unit).
  3. Base de Comunicação (Backbone): O sistema pode ser por linhas fixas (landline) ou rádio, e transmitir informações dos sensores através da interface da aplicação, para um computador central de comando e um centro de controle.
  4. Centro de Controle e Comando: Este é o ponto central que recebe os dados transmitidos pelos sensores. A informação é processada, podendo ser disseminada para diferentes locações através da internet.

Usuários de Soluções de Telemetria (Clientes)

Atualmente, os dois setores que mais usam soluções de telemetria são o setor de serviços públicos e o setor de segurança patrimonial.

Setor

Oportunidade / Aplicação

Descrição

Segurança

• Segurança patrimonial residencial, para as classes A, B e C.

• Segurança patrimonial para empresas de todos os tamanhos.

• Implantar soluções de telemetria sem fio que comuniquem os sensores de alarme do equipamento de segurança à central, para servir como uma contingência à comunicação via linha fixa já utilizada pelo sistema de segurança.

• Esta solução é vendida como um elemento adicional de segurança aos seus usuários.

Serviços Públicos

• Medição de consumo de energia elétrica em residências , comércio e indústrias.

• Monitoramento de estações elétricas.

• Medição de consumo de água em grandes consumidores (comércio e indústrias) - Futuramente em residências e empresas.

• Monitoramento de estações de tratamento e distribuição de água. (ex: sistema SCADA, da Sabesp)

• Medição de consumo de gás natural em residências e empresas.

• Monitoramento de estações e canais de distribuição de gás natural e monitoramento de redes de transporte de gás, primárias (Transpetro) e secundárias (distribuidoras).

• Implementar um meio de comunicação bi-direcional em medidores e controladores de consumo e de distribuição de energia elétrica, de água e saneamento, de gás natural, e das ameaças ao meio ambiente. Estas soluções permitem um melhor gerenciamento de demanda, através de um acompanhamento mais preciso das taxas de consumo.

• Soluções podem ser utilizadas para detecção de falhas ou vazamentos, permitindo a resolução de problemas com mais rapidez.

• A diminuição da leitura manual proporcionará uma redução dos custos de mão-de-obra e a adoção de meios inovadores de servir os clientes, oferecendo produtos de valor agregado e diferenciado.

• Ativamento (e corte) de assinantes inadimplentes.

Além destes dois setores primários , também existem diversos outros setores da economia que podem se beneficiar de aplicações de telemetria:

Outros Setores

Oportunidade / Aplicação

Descrição

Controle de Trânsito

• Monitoramento de semáforos.

• Captação de infrações e registro de multas.

• Medição de fluxos de veículos e situação de vias.

• Implantar soluções de telemetria que transmitiriam os dados à uma central, permitindo que o processamento desses dados fosse realizado instantaneamente, aumentando a eficiência dos processos e a confiabilidade nas informações.

Automação Industrial

• Medição e controle de processos industriais em diversos setores.

• Implantar soluções de telemetria em setores que operam máquinas de grande porte e que se beneficiariam de um controle e monitoramento remoto, como manufaturas (automotiva, aeronáutica, etc.), agricultura, mineração e construção pesada.

Distribuição de Petróleo e Derivados

• Medição do fluxo em pontos selecionados de oleodutos.

• Medição de volumes em tanques de postos de gasolina.

• Monitoramento de tanques.

• Implantar soluções de telemetria que permitiriam um melhor gerenciamento da demanda, assim como a detecção de mal funcionamento ou vazamentos. Geralmente, estas soluções requerem uma transmissão de dados em tempo real por se tratar de questões ambientais e de segurança.

• A transmissão de dados, além de ajudar a prevenir grandes perdas devido ao mal funcionamento ou vazamentos, pode solucionar o problema de coleta de dados em dutos localizados em áreas rurais onde nem sempre há estrutura de telefonia fixa instalada.

Caixas Eletrônicos

• Controle e monitoramento de caixas eletrônicos por meio wireless.

• Implantar soluções de telemetria que comuniquem o equipamento à central, servindo como contingência à comunicação por linha telefônica já utilizada pelo sistema.

Máquinas Dispensadoras

• Medição de níveis de estoque e de problemas operacionais de máquinas dispensadoras (Vending Machines) aos seus operadores.

• Implantar soluções de telemetria que auxiliem no controle dos fornecimentos, e na detecção de mal funcionamento das máquinas, principalmente em localidades mais afastadas.

• As soluções de telemetria permitem a maximização das receitas, uma vez que auxiliam no controle de demanda e abastecimento, e detecção do mal funcionamento da máquina, permitindo que se solucione o problema rapidamente.

Elevadores

• Monitoramento remoto de elevadores.

• Implantar soluções de telemetria para controle operacional de elevadores a partir de uma central localizada remotamente.




Informações baseadas nos conteúdos dos sites:
www.teleco.com.br

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Barramento PCMCIA

30/09/08

Olá pessoal!

Apresento abaixo algumas considerações acerca do barramento PCMCIA.

Continue acessando o meu Blog.

Duração Estimada: 15 minutos

O que é PCMCIA?

Sigla da Personal Computer Memory Card International Association, organização que define os padrões para o PC Card.

No início, a PCMCIA cuidava apenas dos cartões de memória para uso em micros portáteis. Hoje, embora seu nome se mantenha, os PC Cards vão muito além - há unidades com função de disco removível, placa de rede, fax/modem, controlador SCSI e placa de som, que podem ser usadas também em outros tipos de equipamento.

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PlugData MG600p_EDGE

TIPOS
Para permitir que os fabricantes de componentes pudessem desenvolver funções específicas no formato PC CARD, o padrão PCMCIA definiu três tipos de interface:

  • Tipo I : Cartão com 3.3 mm de espessura geralmente utilizado para armazenar memória Flash. Somente encaixa no slot tipo I.
  • Tipo II : Cartão com 5 mm de espessura , designado para acomodar tecnologias que necessitam de mais espaço físico como Fax / modem e cartões de Rede LAN. Encaixa no slot tipo II e III.
  • Tipo III : Cartão com 10.5 mm de espessura que acomoda tecnologias mais robustas como Hard Disk e equipamentos de comunicação portátil. Encaixa somente no slot tipo III.

EXPRESSCARD, A NOVA GERAÇÃO DE PCCARD

A nova geração de PCCard, denominada ExpressCard é usada em slots de expansão de notebooks - e, segundo seus criadores, também pode ser adotada em desktops, PDAs e até mesmo TV Digital. As empresas apoiando esta iniciativa da INTEL são Microsoft, IBM, Dell, HP, SCM Microsystems e Texas Instruments.
O ExpressCard poderá substituir a atual especificação PCMCIA, migrando do CardBus de 32bits/33MHz para versão serial PCI Express de 2,5 Gbits/seg ou USB 2.0 de 480 Mbits/seg. O SMBus de 100 Kbits/seg continuará em uso.
O sistema host deverá suportar as três interconexões, PCI Express, USB e SMBus. Os fabricantes de placas poderão optar pela implementação somente do PCI Express ou USB. Nos futuros chip sets o ExpressCard é ligado ao canal PCI Express através de um conetor de 21 contactos, em comparação com o conector de 68 contactos do atual CardBus.
O ExpressCard será encontrado em 2 tamanhos. O ExpressCard/34 tem 34×75×5 mm, consumindo até 1,3W. O ExpressCard/54 mede 54×75×5 mm e consumo de até 2,1W. A versão ExpressCard/54 suporta CompactFlash, cartões inteligentes e drives HD 1,8 polegadas.

SIGLAS:
USB: Universal Serial Bus
PCI: Peripheral Component Interconnect (Interconector
de Componentes Periféricos)
PDA: Personal Digital Assistant (Assistente Pessoal Digital)

Informações baseadas nos conteúdos dos sites:
http://www.photoagencia.com.br/modules/xoopsfaq/index.php?cat_id=1#q22
http://www.tech-faq.com/lang/pt/pcmcia.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pcmcia

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Recursos PABX

16/08/08

Olá pessoal!

Dando continuidade aos temas sobre PABX, esta semana falaremos sobre alguns dos recursos que encontramos com mais frequência nas centrais PABX’s

Aproveito para agradecer os comentários, sugestões e críticas publicadas no meu Blog.

Duração Estimada: 10 minutos

  • BILHETAGEM: Bilhetagem é o registro da ligação, com informação do número do ramal, data, hora, duração e número discado ou recebido. Através da bilhetagem é possível controlar as ligações efetuadas ou recebidas.
  • DDR: O serviço Discagem Direta Ramal possibilita que as chamadas recebidas pela sua empresa sejam encaminhadas diretamente ao ramal procurado, sem intermediação da telefonista ou de máquina de anúncio. A empresa economiza na contratação de atendentes, e seus clientes conseguem falar rapidamente com ramal ou departamento desejado. A solução é composta por um número geral, para sua empresa receber as chamadas que não sejam direcionadas a um ramal específico, e a partir deste número uma seqüência na qual os quatro últimos dígitos do telefone pertencem ao ramal. Assim, para realizar ligações entre ramais, basta digitar os 4 últimos números da linha. A cada acesso contratado você pode criar novos ramais, organizando as faixas de números pelos departamentos da empresa.
  • BINA: Serviço de identificação de chamada, ou seja, identifica o número do telefone que efetuou a chamada. Os padrões de BINA mais utilizados são: DTMF e FSK.
  • ROTA DE MENOR CUSTO: O programa opera na rota de menor custo definida previamente, por horário ou região, fidelizando a rota de saída automaticamente, com ou sem a interferência do operador. Também permite a fidelização de rota específica para ligações de celular para celular. Possibilita a escolha automática da operadora com menor tarifa dependendo do prefixo DDD discado e/ou do horário, desta forma o usuário não necessita mais de discar ou escolher a operadora, desta forma, sempre utiliza a menor tarifa conforme pré selecionada.
  • CONFERÊNCIA: A conferência permite colocar mais de um participante na mesma ligação. Este recurso é possível tanto para ligações internas como para as externas.
  • DISA: (Direct Inward System Access) Mensagem que orienta a discagem do número do ramal ou setor desejadoEx.: ” Você ligou para a Zênite, favor digitar o número do ramal desejado, ou aguardar que em breve você será atendido”.
  • CODIGO DE CONTA: Permite que o usuário cadastrado acesse a ligações externas de qualquer ramal, utilizando um código e uma senha individual As ligações serão bilhetadas com seus respectivos códigos.
  • Tecnologia presente no(s) segmento(s) Zênite:

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Sistema Digital-E1

9/07/08

Olá pessoal!

Dando continuidade aos temas sobre PABX, esta semana falaremos sobre o entroncamento Digital E1.

Aproveito para agradecer os comentários, sugestões e criticas publicadas no meu Blog.

Duração Estimada: 20 minutos

As centrais privadas do tipo PABX podem utilizar tanto a comutação analógica como a digital. Os sinais analógicos de voz são gerados em cada ramal e recebidos pela central onde são quantizados e codificados na forma de informação digital. Nos ramais digitais este processo de digitalização ocorre no próprio terminal do usuário. Após a recepção na central PABX, o sinal digital de cada usuário (canal) é comutado (seleção física de circuito) para uma linha específica, sendo convertido novamente em sinal analógico e encaminhado para a Central Pública, usando-se um par de fios para cada ligação. Um PABX E1, por exemplo, é um equipamento que utiliza linhas digitais baseadas na tecnologia RDSI, permitindo o tráfego dos serviços de dados e voz com muito mais eficiência e qualidade.

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Com ao desenvolvimento de novas tecnologias e interfaces, múltiplos canais podem ser transmitidos/recebidos digitalmente pelo PABX, usando-se um único meio físico (par de fios, cabo coaxial, fibra óptica, etc.) para a conexão com até a Central Pública de Telefonia.

A tendência atual é a utilização de tecnologia digital, que vem gradativamente substituindo a analógica, e o motivo são as vantagens obtidas pela tecnologia digital. Entre as vantagens proporcionadas pelos sistemas digitais podemos citar:

  • Armazenamento de voz - Convertendo a voz para forma digital, é possível armazená-la em um disco ou na memória do sistema. Isso permite uma grande facilidade e rapidez para correio de voz, entre outros;
  • Maior capacidade - Com sinais digitais, um único tronco de 2Mbps (E1) pode transmitir 32 canais de voz simultaneamente, gerando uma economia de linhas no sistema;
  • Redução de custo e maior confiabilidade: Com tecnologia digital, o consumo de energia é menor, além da redução do espaço físico necessário. Além disso, os circuitos digitais possuem maior confiabilidade e imunidade a ruídos;
  • Qualidade do sinal em maiores distâncias: Quando o sinal digital necessita ser amplificado porque sofreu atenuação, o ruído pode ser eliminado, pois há uma regeneração do sinal, já que ele é digital e pode ser totalmente recuperado. Isso elimina o ruído até aquele ponto da transmissão;
  • Uso do mesmo meio físico para várias informações: Com sinais digitais, é possível transmitir voz, dados, imagens, música, e assim por diante através do mesmo meio físico;
  • Impossibilidade de cruzamento de sinais: Como a comutação é digital, não existem enlaces físicos e não é possível haver cruzamentos indesejáveis entre ramais / troncos no sistema. Assim, esse tipo de preocupação não existe na tecnologia digital.

A lgumas definições para Centrais Privadas:

  • Central PABX – É o equipamento responsável pelo estabelecimento das ligações no âmbito de uma rede privada e entre esta e a rede pública. Tem como características principais estar ligada à central de telefonia pública através de linhas tronco, processar automaticamente as chamadas internas (entre ramais) e as chamadas originadas por ramais privilegiados para a rede externa pública, exigir a intervenção da operadora do PABX para completar as chamadas originadas da rede externa pública para os ramais (exceto quando existir sistema DDR) e as chamadas originadas por ramais semi-restritos para a rede externa pública. Podem se classificar ainda em eletromecânicas e eletrônicas;
  • Central PAX - Central privada de comutação telefônica que não é ligada à rede pública e onde as chamadas entre ramais são automáticas;
  • Central PBX - Central privada de comutação telefônica que é ligada à rede pública através de linhas tronco e que exige a intervenção da operadora do PBX para completar as chamadas internas (entre ramais) e as externas (entre ramais e a rede pública);
  • Central tipo CS – Trata-se de uma central de comutação telefônica de pequeno porte que permite programação de ramais atendedores, podendo esta programação ser alterada manualmente pelo usuário de ramal e/ou automaticamente. Permite ainda ao usuário de ramal a seleção do enlace desejado, através do próprio aparelho;
  • Central tipo KS - Central de comutação telefônica de pequena capacidade no qual o usuário seleciona diretamente, através do aparelho telefônico, o tronco desejado para interligar-se com o Sistema Telefônico Fixo Comutado, podendo também se interligar automaticamente aos demais ramais.

Informações baseadas no conteúdo do site:
http://www.metrored.com.br/artigos/artigo_centrais_privadas_de_telefonia.php

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Política dos 3R’s

2/06/08

Olá pessoal!

Gostaria de compartilhar com vocês a Política dos 3R’s e incentivar a sua prática.
Além de nos ajudar a preservar o meio ambiente, nos ajudará na campanha de redução de custos.

Duração Estimada: 10 minutos

Reduzir, Reciclar, Reutilizar

Para preservar o planeta e os recursos que este oferece, é urgente uma mudança de atitude em relação ao meio ambiente e a todos os problemas inerentes. Atitudes individuais e sociais podem refletir-se direta ou indiretamente numa mudança positiva, basta que todos adotem a política dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Reduzir: Deve ser o primeiro gesto a ser realizado para a preservação do ambiente. Indústrias e consumidores podem e devem desempenhar um papel primordial na redução através da utilização de materiais e tecnologias menos poluentes.

  • Obtenha fotocópias em frente e verso rotineiramente;
  • Use quadros de avisos e memorandos para leitura coletiva, em substituição a circulares com inúmeras cópias;
  • Aplique ao máximo sistemas informatizados;
  • Edite e revise na tela do computador em vez de recorrer a cópias impressas;
  • Utilize os meios de comunicação apenas o necessário;
  • Desligue as luzes, monitor e ar-condicionado quando não estiver utilizando ou estiver ausente do ambiente de trabalho.

Reutilizar: Implica utilizar o produto mais do que uma vez, quer para o fim que foi concebido quer para outra utilização. Antes de um produto ser descartado, é necessário pensar se não existe uma reutilização possível do mesmo.

  • Utilize os dois lados do papel;
  • Reutilize os envelopes ao máximo;
  • Confeccione blocos para rascunho com papel escrito ou impresso em apenas um dos lados.

Reciclagem: Se traduz no processo de transformação de materiais usados numa matéria prima ou bem de consumo, representando atualmente um dos processos de valorização de resíduos mais utilizados. A coleta seletiva é o primeiro passo do processo de reciclagem,

Promova a coleta seletiva;

Utilize produtos com algum percentual de material reciclado.

Todos estes fatores contribuem para um melhor ambiente, uma melhor qualidade de vida, redução de gastos que se traduz numa melhor sociedade.

Educar para preservar e economizar!!!

Conteúdo baseado nas informações contidas nos sites:

http://www.aguaonline.co.pt/edu_ambiental/3r.htm
http://www.prefeitura.unicamp.br/prefeitura/ca/recicla/r_3rs.html

FXS e FXO

2/04/08

Olá pessoal!

Esta semana iniciamos uma seqüência de 4 aulas que tratarão de temas relacionados com Centrais PABX. Para início de conversa falaremos um pouco sobre FXS e FXO.
Aproveito para agradecer os comentários, sugestões e criticas publicadas no meu Blog.

Duração Estimada: 15 minutos

O que significam os termos FXS e FXO?

FXS e FXO são as portas usadas por linhas de telefonia analógica (também conhecidas por POTS – Sistema de Telefonia Tradicional ).

FXS - Foreign eXchange Subscriber. É a interface que fornece a linha analógica ao assinante. Em outras palavras, é o “plug na parede” que fornece o tom de discagem, corrente de energia e som.

FXO - Foreign eXchange Office. É a interface que recebe a linha analógica. É o plug no telefone ou aparelho de fax, ou o(s) plug(s) no seu sistema de telefonia analógica. Indica se o telefone está no gancho/fora do gancho (circuito fechado). Como a porta FXO está ligada a um dispositivo, tal como fax ou telefone, esse dispositivo é normalmente chamado de ‘dispositivo FXO’.

FXO e FXS estão sempre em pares, de modo semelhante a um plug macho / fêmea.

Sem um PBX, um telefone fica conectado diretamente à porta FXS fornecida por uma companhia telefônica.

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FXS / FXO sem PBX

Se você tiver um PBX, as linhas fornecidas pela companhia telefônica estarão conectadas a um PBX, assim como os telefones. Portanto, o PBX deve ter tanto as portas FXO (para conectar com as portas FXS fornecidas pelas companhias telefônicas) quanto portas FXS (para conectar os aparelhos de telefone e fax).

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FXS / FXO com PBX

Tipos de conexão:
FXS - Deve ser ligada ao telefone diretamente ou como um tronco de entrada em um PABX.
FXO - Deve ser ligada a um ramal do PABX ou a uma linha telefônica comum.

Informações baseadas no conteúdo do site:
http://www.3cx.com.br

Tecnologia presente no(s) segmento(s) Zênite:

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ISDN

26/03/08

Olá pessoal!

Esta semana falaremos sobre a Tecnologia ISDN .
O objetivo deste artigo é mostrar o funcionamento, as aplicações, vantagens e outras informações sobre a tecnologia ISDN.
Continuem mandando artigos interessantes, comentários, sugestões ou criticas das nossas aulas.

Duração Estimada: 15 minutos

Introdução

Essa tecnologia surgiu na década de 1980 e é utilizada até hoje, após alguns aprimoramentos. Todos esses detalhes serão apresentados nos textos a seguir.

O que é ISDN

ISDN é a sigla para Integrated Services Digital Network. Essa tecnologia também recebe o nome de RDSI - Rede Digital de Serviços Integrados. Trata-se de um serviço disponível em centrais telefônicas digitais, que permite acesso à internet e baseia-se na troca digital de dados, onde são transmitidos pacotes por multiplexagem (possibilidade de estabelecer várias ligações lógicas numa ligação física existente) sobre condutores de “par-trançado”.

A tecnologia ISDN já existe há algum tempo, tendo sido consolidada entre os anos de 1984 e 1986. Através do uso de um equipamento adequado, uma linha telefônica convencional é transformada em dois canais de 64 Kbps, onde é possível usar voz e dados ao mesmo tempo, sendo que cada um ocupa um canal. Também é possível usar os dois canais para voz ou para dados. Visto de modo grosso, é como se a linha telefônica fosse transformada em duas.

Um computador com ISDN também pode ser conectado a outro que utilize a mesma tecnologia, um recurso interessante para empresas que desejem conectar diretamente filiais com a matriz, por exemplo.

A tecnologia ISDN possui um padrão de transmissão que possibilita aos sinais que trafegam internamente às centrais telefônicas serem gerados e recebidos em formato digital no computador do usuário, sem a necessidade de um modem. No entanto, para que um serviço ISDN seja ativado em uma linha telefônica é necessário a instalação de equipamentos ISDN no local de acesso do usuário e a central telefônica deve estar preparada para prover o serviço de ISDN.

Como funcionam os equipamentos ISDN

A largura de banda de uma linha analógica convencional é de 4 KHz. Numa linha digital ISDN esse valor é de 128 Kbps, o que faz com que o sinal de 4 KHz não exista mais, pois a interface da central de comutação na outra “ponta da linha” não trabalha mais com sinais analógicos. Os circuitos eletrônicos da central telefônica efetuam a equalização e detecção do sinal digital a 128 Kbps transmitido a partir do equipamento do usuário.

Essa técnica de transmissão na linha digital é a conhecida como “Híbrida com Cancelamento de Eco”. O equipamento do usuário recebe o fio do telefone proveniente da rede telefônica e disponibiliza duas ou mais saídas: uma para o aparelho telefônico e a outra para a conexão com o computador, geralmente via cabo serial.

Quando o equipamento do usuário é informado pela central telefônica que chegará até ele uma chamada telefônica, ou quando o usuário aciona o aparelho telefônico para realizar uma ligação, automaticamente um dos dois canais utilizados na transmissão à 128 Kbps passa a transmitir os dados à 64 Kbps enquanto o usuário utiliza o telefone para voz, no canal disponibilizado. Após o término do uso de voz, o canal volta a ser usado para a transmissão de dados à 128 Kbps. No entanto, é importante frisar que o equipamento de ISDN do usuário tem que ter suporte a este mecanismo (conhecido como call bumping), caso contrário esse recurso pode não funcionar e o usuário não receber a ligação.
A história

Os primeiros casos de uso da tecnologia ISDN datam entre os anos de 1984 e 1986, logo após o as primeiras especificações do ISDN terem sido determinadas. Nesta época não havia a necessidade de uma transmissão de dados à 128 Kbps. Mas então, para que a tecnologia ISDN foi desenvolvida? Na verdade, a tecnologia ISDN era uma “solução” para um “problema” que ainda não existia para a grande maioria dos usuários. Em 1990 o ITU-T (International Telecommunication Union), emitiu as especificações Px64 para a videofonia, cuja idéia central permitiria o uso de vídeo em ligações telefônicas. Entretanto, os preços dos terminais eram inviáveis para a grande maioria dos usuários e a troca de imagens e áudio em uma conexão telefônica era uma novidade da qual poucas pessoas tinham interesse, tal como se fosse uma idéia futurista (e não deixa de ser). Viu-se ainda que a videofonia nas linhas analógicas, gerava custos maiores para ter uma qualidade aceitável. O ISDN foi criado para solucionar este problema e deixar os equipamentos mais baratos.

Pouco tempo depois, a internet começava a aparecer para o mundo. Rapidamente, usuários que conseguiam velocidade satisfatória durante as conexões aos BBS (Bulletin Board System/Service - sistema disponível ao usuário comum no período conhecido como: “pré-Internet”) perceberam que na internet, a mesma eficiência não existia, mesmo com modems de 28.8 Kbps, os mais velozes na época. O despreparo das companhias telefônicas em fornecer acesso ao fenômeno “Internet”, além do precário estado da infra-estrutura dos primeiros provedores de acesso, contribuíam para isso. No entanto, o mundo do “WWW” era algo fascinante e imperdível. Diante desta percepção, muitos começaram a se perguntar como obter velocidades maiores e mais estáveis nas conexões à internet. A tecnologia ISDN se mostrou interessante a estes propósitos e passou então a ser usada para tal finalidade, substituindo seu objetivo de desenvolvimento inicial.
Formas de uso do ISDN

É possível usar duas formas de comunicação com ISDN, a serem vistas a seguir.
Acesso básico - BRI

A primeira forma é o acesso básico destinado ao usuário doméstico ou pequenas empresas: ISDN-BRI (Basic Rate Interface), onde é possível ligar vários equipamentos terminais. A ligação de acesso básico põe sempre à disposição dois canais, possibilitando assim o uso máximo de dois equipamentos ou ligações simultaneamente. No entanto, é possível conectar até 8 equipamentos ao ISDN, mas somente dois poderão utilizar a tecnologia ao mesmo tempo.

O reconhecimento do serviço é feito pelo MSN (Multiple Subscriber Number) que determina a qual dos equipamentos se destina a ligação. O ISDN-BRI também pode servir como substituto para acessos telefônicos tradicionais e é composto, conforme já citado, de dois canais de dados (B channels) de 64 Kbps, e um canal de sinalização de 16 Kbps (D channel).

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Acesso primário - PRI

A segunda forma é o acesso primário (Primary Multiplex), que permite a utilização de, no máximo, 30 canais, com taxa de transmissão de 2048 kbits. Neste caso, o ISDN é fornecido diretamente da central telefônica e não através de um linha telefônica convencional. O acesso primário possibilita a comunicação simultânea em 30 equipamentos, sendo portanto, útil a empresas de porte médio e grande e a provedores de acesso à internet. Este tipo de ISDN também possui um canal D, que opera a 64 Kbps.

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O canal D

Independente do tipo de ISDN usado (BRI ou PRI) há um canal, denominado D (D channel), também conhecido como “canal de dados”, que é responsável por manter uma “reserva” de 8.000 bits e também informações necessárias aos dois canais B, como protocolo de transmissão de dados, tipo de equipamento, além de informações de interesse da companhia telefônica, como taxas, data e horas de conexão, enfim.

Com a combinação das características do canal D com o equipamento de hardware adequado é que se tornar possível “juntar” os canais B para transmitir dados com maior rapidez.

Informações baseadas nos conteúdos do site:
http://www.infowester.com/isdn.php
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Bluetooth

19/03/08

Olá pessoal!

Esta semana falaremos sobre a Tecnologia Bluetooth.
Continuem mandando artigos interessantes, comentários, sugestões ou criticas das nossas aulas.

Duração Estimada: 10 minutos

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Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo para a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos a curtas distâncias.
Começou a ser desenvolvida em 1994, pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia, hoje este consórcio inclui mais de 2000 empresas.

O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand - em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarques signifique de tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.

É usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nova geração, computadores portáteis, mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, e qualquer dispositivo dotado de um chip Bluetooth.

Dispositivos Bluetooth operam na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa a mesma banda também está disponível. No Japão a faixa varia de 2400 a 2500 MHz. Os dispositivos são classificados de acordo com a potência e alcance, em três níveis: classe 1 (100 mW, com alcance de até 100 m), classe 2 (2,5 mW e alcance até 10 m) e classe 3, (1 mW e alcance de 1 m, uma variante muito rara). Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação.

Os dispositivos Bluetooth se comunicam entre si e formam uma rede denominada piconet, na qual podem existir até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre (master) e os outros dispositivos escravos (slave); uma rede formada por diversos “masters” (com um numero máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para minimizar as interferências, o dispositivo “master”, após sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus “slaves” por até 1600 vezes por segundo.

Em relação à sua velocidade pode chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.

Dispositivo USB para comunicação Bluetooth: As desvantagens desta tecnologia são o seu raio de alcance, 10 metros e o número máximo de dispositivos que podem se conectar ao mesmo tempo.

O Bluetooth ganhou popularidade quase sempre associado aos charmosos headsets – aqueles auriculares/microfones sem fio – para Telemóveis/celulares que deixam seus usuários com ar de filme de ficção científica. Deixando os headsets de lado, quem já se perguntou o que realmente representa essa tecnologia, de onde ela surgiu e que aplicações pode ter? Bluetooth é um padrão de comunicação por rádio de baixo consumo elétrico e curto ou curtíssimo alcance. O mesmo vale para a troca de dados entre equipamentos e um computador igualmente equipado. Pode ser um desses notebooks com o padrão integrado, cada vez mais comuns, ou um desktop munido de um adaptador USB-Bluetooth (popularmente chamado de dongle), acessório parecido com um memory key que pode ser encontrado em lojas de informática por menos de R$ 100 (+/-€35). Conecte um desses no seu micro e, com os softwares adequados, será capaz de sincronizar informações do PDA ou Telemóveis sem colocar as mãos neles.

Informações baseadas nos conteúdos do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bluetooth

Tecnologia presente nos segmentos Zênite:

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